Ok. Sei que nunca deveria ter parado de escrever. Mas, é tanta coisa nessa coisa toda de viver que me deixa rosa, verde, me consome e me deixa louca. No chão. Sem eira nem beira. Talvez o sossego eu encontre, ou re encontre nessa jornada da escrita. Mas escrever não é fácil. Ninguém escreve tudo. Sempre falta algo.
E esse algo que me falta hj nem se compara ao algo que sempre me faltou na escrita.
A precisão. A urgência. A inerência. A verdade.
Que a verdade me poupe de muita peripécia desimportante.
Que a verdade venha nua e crua. E que me ensine a ser nua, crua, inteira pra ela.
E só pra ela.
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Mas, a verdade é que eu nem sei qual verdade vou dizer aqui. Ando sendo muitas. E todas com desejos loucos, antigos, novos, eternos e breves.
Que a brevidade dos meus dias sejam verdadeiras. E que nenhuma verdade me cegue ou me deixe ver demais.
Que, no meio dessa coisa toda, eu possa ser aquilo que a verdade quer.
Que verdade? A minha.
Ou a Sua. Depende da sua coisa toda.
Isso e nada mais.
Bom ter seu lado verbal de volta!!!
ResponderExcluirAliás, bom D+!
Esse é aquele bom e velho momento que toda a minha verdade nessa coisa toda, fala através do muro com outra verdade.
Mas sejamos reticentes diante das verdades que nos queiram oprimir: Não nos diluemos em sistemas, filosofias de rebanho... Não nos rendamos à qualquer verdade alheia a nós mesmos...
Reticente?
Reto ausente?
Retém a essência?
(...) e .